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Procedimentos Vasculares

Tratamento de aneurismas da aorta

Um aneurisma da aorta abdominal é uma dilatação anormal potencialmente fatal (frequentemente com a forma de balão) de um segmento da maior artéria do corpo, a aorta, verificando-se nestas circunstâncias que a parede da artéria forma uma saliência em vez de permanecer direita.

A aorta normalmente mede cerca 2,5 centímetros de diâmetro, mas o seu tamanho aumenta muito gradualmente com o avançar da idade. Se a secção da aorta abdominal tiver mais de 3 centímetros de diâmetro, diz-se que a pessoa tem um aneurisma da aorta abdominal.

Os aneurismas da aorta abdominal são mais comuns em pessoas a partir dos 60 anos de idade. Apesar de cerca de 20% das pessoas com aneurismas da aorta abdominal terem um familiar próximo com o mesmo problema, não foi encontrada nenhuma ligação genética clara. Contudo, as conexões familiares parecem ser particularmente fortes entre irmãos.

A maioria dos aneurismas da aorta está relacionada com a aterosclerose, uma doença em que depósitos de gordura chamados “placas” se formam ao longo do interior das paredes dos vasos sanguíneos, que contribui também para a doença coronária (das artérias do coração) e para o acidente vascular cerebral (AVC, por lesão das artérias que levam o sangue ao cérebro). O tratamento endovascular e a cirurgia aberta são executados para se impedir que um aneurisma de aorta abdominal se rompa. A diferença é que a endoprótese é colocada dentro do aneurisma sem que se remova qualquer tecido da sua aorta, e ele não requer cirurgia de peito ou abdômen aberto.

Por ser menos invasivo do que a cirurgia aberta, o tempo de recuperação para o tratamento endovascular pode ser mais rápido. Geralmente, o paciente pode voltar para casa e retomar suas atividades normais dentro de 4 a 6 semanas.

No tratamento endovascular a endoprótese reforça a parede da aorta e ajuda a impedir que a área lesionada se rompa. Ela é colocada dentro do aneurisma de aorta com a ajuda de um cateter inserido na artéria femoral (situada na virilha), de plástico longo, muito fino e macio, chamado cateter de liberação, contendo a endoprótese comprimida. Através de imagens obtidas por uma radioscopia, seleciona-se o local adequado para a colocação e liberação da endoprótese.

Da mesma maneira que a dilatação da aorta abdominal, outras artérias podem também se dilatar, transformando-se em aneurismas, com as mesmas complicações, tais como: ruptura, trombose e embolização do coágulo contido na sua parede.

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